Cadastre-se e receba gratuitamente a nossa newsletter Fechar

Atenção

Fechar

TV PluraleBiblioteca de Relatórios de Sustentabilidade

Videoteca

Plurale 10 anos - Entrevista com Alfredo Sirkis
Plurale 10 anos - Entrevista com Alfredo Sirkis

TV Plurale entrevista Alfredo Sirkis, Secretário Executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

No Evento Plurale 10 anos, realizado...

Álbum de fotos

Especial 2 anos após o Crime Ambiental de Mariana - Fotos de José Cruz - Agência Brasil
Dois anos após o crime ambiental ocorrido pelo rompimento de barragem da mineradora Samarco (controlada por duas das maiores mineradoras globais - BHP e Vale), em Mariana, ninguém ...

Estante

Canto de página

Canto de página
Autor: Décio Gonçalves de Queiroz

plurale no twitter

plurale no facebook

estão comentando

Gisele Helt Velloso | 29/10/2017 | 20:20 | Na notícia: PLURALE, EDIÇÃO 59, ESPECIAL 10 ANOS - Entrevista com Paulo Artaxo

Sanções economicas e comerciais são sempre eficientes quando se fala de grandes economias. Entre os paises signatários não se fariam necessárias ja que o tratado é decorrente dos esforços e interesse desses participantes. Mas falta ao acordo um compromisso de sanções contra os países não signatários, ou ao comercio de bens e produtos poluentes ou de empresas não adequadas. Como defendido pelo professor, inimaginável acreditar que as empresas automobilísticas, por exemplo, com um mercado sem concorrencia em termos de transporte alternativo, vá fazer investimento e adaptações pata atender aos objetivos do acordo, sem que esteja sob o risco de sofrer barreiras a comercialização de seus produtos. São as industrias e produtos com maior indice de poluentes atmosféricos e continuam produzindo e comercializando livremente, inclusive entre os países signatários do acordo. Mas qual governo estaria disposto a confrontar a industria automobilística ou os países produtores de petróleo? Pelo visto, até agora, apenas a Alemanha! E porque os 100 bilhões não são empregados em pesquisa para diminuir o custo dos automóveis alternativos, não movidos a combustão? O cenário descrito pelo professor não permite mais que se jogue toda a responsabilidade pelas mudanças climáticas sobre os ombros da Amazônia e retira a intenção que se tem de fazer da floresta o quintal da casa de todo mundo com a justificativa de mitigar os problemas ou adaptar nosso pais às metas do acordo. Com politicas publicas e sanções internacionais às empresas poluentes devem ser as metas a ser estabelecidas, quem sabe, no próximo encontro.

Ricardo Machado | 28/08/2017 | 16:56 | Na notícia: Mais de 3.000 pessoas em ato do Greenpeace em prol da Amazônia

Amazônia não tem preço. Tem valor #todospelaamazônia

Juliana Leite Lila | 09/07/2017 | 16:43 | Na notícia: PLURALE EM REVISTA, EDIÇÃO 57 - A influência da cultura na relação com o meio ambiente

Excelente reflexão. "Os brasileiros lidam mal com a igualdade", não há afirmativa mais correta. Em uma cultura em que as pessoas estão sempre preocupadas em se dar bem, em levar vantagem, como esperar um comportamento igualitário ou de preocupação com o bem coletivo? Mudar o comportamento de uma sociedade é o trabalho muito profundo que passa, como Liliana bem afirmou, pela educação, direito do qual nós brasileiros carecemos muito. Parabéns, pelo ótimo texto!

Sérgio Abranches | 05/07/2017 | 15:11 | Na notícia: PLURALE EM REVISTA, ED 57 - Entrevista Sérgio Abranches, cientista social e político - A era do imprevisto

Caro Luiz, Obrigado pelo comentário. A fluidez dos tempos líquidos é, sim, incompatível com a criação de vínculos sustentáveis no longo prazo. Daí eu enfatizar a natureza transitória das soluções surgidas ao longo da transição. Nem todo imprevisto, porém, é fruto podre da transição. Alguns são as sementes do novo, que contribuirão para formar as novas sociedades nas quais desaguará a transição. Um abraço.

Luiz Gaulia | 04/07/2017 | 15:54 | Na notícia: PLURALE EM REVISTA, ED 57 - Entrevista Sérgio Abranches, cientista social e político - A era do imprevisto

Professor: Diante de Zigmunt Baumann e seu mundo líquido, me pergunto se tamanha fluidez não é incompatível com a sustentabilidade e a criação de vínculos no longo prazo? Vínculos e transcendência são fundamentais para, na minha opinião, termos uma jornada de qualidade. A utopia de um mundo melhor não pode abrir mão do divino e do transcendente ou mergulharemos em desvios e desordens, caos. As justificativas para autoritarismos à esquerda ou à direita como a história já nos mostrou no Brasil e no mundo. Os imprevistos da travessia seriam frutos podres de uma permanente celebração da mudança? Do inovador, do disruptivo que, novamente, nos remetem ao mundo líquido cujas águas não formam vínculos, apenas conexões superficiais ampliando assim as intolerâncias diante até de imigrantes cujas culturas são baseadas em tradições seculares como no caso dos muçulmanos? Novamente a transcendência e o divino me parecem parte fundamental da qualidade de nossa travessia. Sem eles, apenas com uma visão materialista ou científica das coisas e do mundo estaremos condenados à deriva eterna. Grande abraço. Luiz Gaulia

Nanete Neves | 06/06/2017 | 16:04 | Na notícia: Em pesquisa ESPM-Rio/ PLURALE, 80% dos jovens declararam que o conceito de sustentabilidade se resume a ‘desenvolver hábitos de consumo mais conscientes’

Os jovens cariocas nessa pesquisa mostraram que têm uma certa informação a respeito. Porém é triste quando declaram que não fazem consumo consciente. Temos ainda muito a caminhar .

Cid do Nascimento Silva | 25/05/2017 | 11:59 | Na notícia: A maldição do ‘capitalismo entre amigos’

Amigos Plurale, E se os indícios citados na matéria forem inconsistentes? E se a Área Técnica do TCU não estiver com a razão? E se as operações do BNDES, citadas na matéria, tiverem base sólida e não apresentarem desvios? Sugiro cautela, com o tema! Abraços, Cid Nascimento Silva

Arquimedes Pessoni | 12/05/2017 | 15:46 | Na notícia: PLURALE EM REVISTA, EDIÇÃO 56 - O compliance nosso de cada dia

Boa matéria e atual, haja vista que hoje mesmo a Telefónica e hospitais ingleses foram hackeados, mostrando que os crimes virtuais serão cada vez mais comuns. Algumas séries como Black Mirror podem exagerar, mas apontam o risco de uma sociedade digital. Que o poder público fique atento...basta ver o cenário em Brasília e Curitiba.

Paulo Asterio de Castro Guerra | 21/03/2017 | 13:15 | Na notícia: PLURALE, EDIÇÃO 56/ Confusão na exploração comercial das águas minerais no sul de Minas

A reportagem não aponta os principais problemas desse Edital, que atentam contra o patrimônio natural e cultural do Sul de Minas. Segue link para documento com as questões que enviei à CODEMIG na Consulta Pública, as respostas da CODEMIG e meus comentários a respeito dessas respostas: https://drive.google.com/open?id=0B1le8x9phUsReS05eEtGNlg0bDQ

Vanessa | 21/03/2017 | 12:57 | Na notícia: PLURALE, EDIÇÃO 56/ Confusão na exploração comercial das águas minerais no sul de Minas

A CODEMIG "garante" na matéria que a exploração não será como em São Lourenço, ou seja predatória e vil para o ecossistema e a população. Porém, o edital diz outra coisa. Já que textualmente encontramos ali todas as condições para que a exploração seja nos mesmos moldes. Quanto à Consulta Pública, as comunidades não foram informadas e procuradas anteriormente para discutirmos juntos qual seria a melhor forma de concessão. Fomos pegos de surpresa e tivemos poucos dias para lermos um documento extenso, para sabermos nossos direitos e tentarmos um diálogo. Na Semana da Água temos que discutir preservação, pertencimento, identidade e desenvolvimento econômico sustentável. Essas Águas proporcionam cura e bem-estar, queremos deixá-las para as futuras gerações!!!