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Pulsar, programa de capacitação para profissionais que vão aprender a lecionar práticas esportivas para pessoas com deficiência

Do Rio de Janeiro

A Câmara Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-RJ) comemora 100 anos em 2016 e deixará um legado de cunho social para o estado. A AHK-RJ vai criar o Pulsar, um programa de capacitação para profissionais que vão aprender a lecionar práticas esportivas para pessoas com deficiência. A metodologia foi desenvolvida por professores da Universidade de Esportes de Colônia, na Alemanha, instituição com grande conhecimento na área de Educação Física Adaptada. O curso de extensão começa em abril e conta com a parceria do Instituto Superar, da Firjan e da Universidade de Esportes de Colônia.

Martha Leite, professora de natação, é uma das alunas inscritas para o curso. Ela tem experiência há mais de 12 anos no trabalho com pessoas com deficiência, mas pretende aprimorar seus conhecimentos. Ela diz que o maior desafio é identificar as deficiências intelectuais, já que as motoras são visíveis. Em muitos casos os pais não falam sobre o assunto, então cabe ao professor saber identificar o problema e saber lidar com ele. “Estou muito empolgada para fazer a capacitação porque esse é um tema do qual gosto muito. Espero poder ficar mais habilitada para poder atender melhor aos meus alunos, de acordo com suas necessidades específicas”, conta.

De acordo com a Coordenadora do Pulsar, Viktoria Rohde, a AHK-RJ aproveitou o espírito olímpico da cidade e o centenário da câmara para deixar um legado para o estado. “Muito se fala em inclusão, mas não em como preparar profissionais que vão lidar com pessoas com deficiência. Com maior conhecimento de causa, é possível passar o máximo de conhecimento e aprendizado a elas. Percebemos essa carência no Brasil e resolvemos trazer o curso da Universidade de Esportes de Colônia, especializada no assunto na Alemanha, para os profissionais daqui”, conta.

Segundo o Diretor Executivo da AHK-RJ e idealizador do Programa, Hanno Erwes, a ideia da Câmara Brasil-Alemanha é, após o início do curso no Rio, expandir para São Paulo e outros estados do Brasil. “O programa tem capacidade de ser realizado também nas demais cidades do país e acreditamos que seria muito enriquecedor, tanto para os profissionais quanto para as pessoas com deficiência”, explica.





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