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ONU e FIA unidos por um mundo sustentável

Por Mario Divo, Colunista de Plurale (*)
Cada vez mais, a tecnologia tem influenciado a forma de nos relacionarmos com o mundo moderno e, com isso, transforma os hábitos de trabalho e lazer. No novo paradigma, as sociedades estão voltadas ao desenvolvimento sustentável das suas indústrias, em que o setor automotivo não é exceção. Como parte do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de Junho, a Federação Internacional de Automobilismo para a América Latina (FIA Região IV) decidiu promover o uso responsável dos transportes em todas as suas formas, tendo os veículos elétricos como prioridade em pesquisa e desenvolvimento.
Esse veículo, cujo motor é alimentado por um controlador e usa a energia armazenada em baterias recarregáveis, não foi popular no início. Um dos problemas estava na pouca autonomia para viajar distâncias consideráveis mas, com os avanços tecnológicos na área, hoje é possível imaginar que serão protagonistas de nova lógica de mobilidade nas cidades ao redor do mundo. Na América Latina, encontram-se ações que estimulam o uso dos veículos elétricos, sendo também o transporte público um aliado importante desse novo caminho ecológico, através da renovação de frotas de ônibus e táxis.
O veículo elétrico tem vantagens sensíveis. Eles são amigáveis ??para o meio ambiente porque não produzem emissões tóxicas, reduzem a dependência de recursos não renováveis, e são mais eficientes no consumo (entre 59% a 62% de energia elétrica está diretamente aplicada às rodas, em comparação com 17% a 21% quando usada gasolina). Indo além, esses veículos geralmente não necessitam de grandes investimentos em manutenção e mostram um ganho a mais em silêncio (menos poluição sonora).

O transporte é o setor que mais cresce em nível de emissões de CO?, na América Latina. A mudança do paradigma, como estamos comentando, irá colocar em prática políticas públicas inovadoras no lugar das atuais, e também contribuirá com a rápida transição para a mobilidade eléctrica. Com a parceria criada entre a ONU e a FIA-IV, espera-se construir uma ampla motivação para que a área pública e a privada passem, em conjunto, a remover as barreiras de mercado e a criar condições favoráveis ??em infraestrutura viária, em programas de incentivos, e em mecanismos financeiros para aplicação na região.

Mario Divo é o Diretor Executivo do ACBr – Automóvel Clube Brasileiro e também é o Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel




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