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AmCham Rio anuncia vencedores da 13ª edição do Prêmio Brasil Ambiental

Do Rio

A Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) anunciou nesta quinta-feira (30/11) as empresas vencedores da 13ª edição do Prêmio Brasil Ambiental, no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro. Este ano, a cerimônia de premiação apresentou também a 1ª Conferência de Meio Ambiente e Sustentabilidade, que reuniu especialistas para discutir o valor econômico do desenvolvimento sustentável para as cidades.

Ao todo, cinco projetos foram contemplados: Conservação de espécies endêmicas de ictiofauna no Rio Iguaçu, da Engie Brasil Energia (categoria Ecossistemas); Programa de lavagem de motores aeronáuticos, da United Airlines (Emissões Atmosféricas); Biomarcadores de toxicidade do mercúrio aplicados ao setor hidrelétrico na Amazônia, da Energia Sustentável do Brasil (Inovação); Realocação Vila Canaã: modelo de produção agroecológica, da Eneva (Responsabilidade Socioambiental); e Solução sustentável para a reciclagem de embalagens plásticas contaminadas, da Eco Panplas (Empreendedorismo Sustentável, nova categoria criada em 2017, voltada a startups e pequenas empresas).

Robson Barreto, vice-presidente da AmCham Rio, abriu a cerimônia, que teve ainda participação de Jorge Felippe Neto, secretário municipal de Conservação e Meio Ambiente; Rubens Teixeira, presidente da Comlurb; João Eustáquio Nacif Xavier, superintendente do Ibama no Rio de Janeiro; e Hugo Bethlem, diretor geral do Capitalismo Consciente Brasil.

“O Prêmio Brasil Ambiental e a 1ª Conferência de Meio Ambiente e Sustentabilidade buscam trazer soluções para o Rio e para o país. É um orgulho para a AmCham Rio fomentar discussões e iniciativas tão importantes para promover o desenvolvimento de forma sustentável”, afirmou ?Robson Barreto.

Um dos destaques da conferência foi o painel Cidades Sustentáveis: o que falta para o Rio de Janeiro. “Temos uma escolha definitiva sobre o grau de competitividade que a cidade vai ter nas próximas décadas”, alertou Sergio Besserman, presidente do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, ao lembrar que o Rio é a única cidade do mundo a ganhar o título de paisagem cultural urbana declarada Patrimônio Mundial, conferido pela Unesco.

A conferência discutiu ainda temas como o potencial socioeconômico da Baía de Guanabara, os sete anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o exemplo do plano de gestão de resíduos do Rock in Rio, além de palestra especial sobre agricultura familiar e o abastecimento das cidades.

Entre os convidados estavam Alfredo Tolmasquim, diretor de Conteúdo do Museu do Amanhã; Leonardo Marques da Cruz, sócio-diretor da Prooceano; Flavia Beatriz Azevedo Carloni, coordenadora de Sustentabilidade e Resiliência da Prefeitura do Rio de Janeiro; Sebastião Rezende, secretário executivo estadual do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); Danielle Christian Ribeiro Barros, delegada federal da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead) no Rio de Janeiro; João Gianesi Netto, presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública; José Henrique Penido, técnico da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb); Leticia Freire, engenheira ambiental do Rock in Rio; e Yara Valverde, gerente sênior da área de Cidades Sustentáveis da Conservação Internacional.

O prêmio é promovido pela AmCham Rio e tem patrocínio de Instituto Souza Cruz e Ecology Brasil. Criado em 2005, reúne um banco de boas práticas com mais de 60 projetos e 30 empresas premiadas. São ações que reforçam a importância do setor privado na preservação do meio ambiente e influenciam positivamente o comportamento das pessoas.

(Foto - Divulgação / Marcelo Cortez)





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