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Está (quase) tudo bem

Está (quase) tudo bem

Autor: Luciana Rangel
Editora: Folhas de relva
Publicação: 2021
Preço sugerido: R$ 42,90

Depois de nove anos morando na Alemanha, a jornalista carioca Luciana Rangel tem a oportunidade de retornar ao Brasil. Agora, torna-se o momento de responder à pergunta que muitos brasileiros e brasileiras que deixam o país se fazem: “e se tivesse ficado? E se voltar, como será?”

O livro é construído por crônicas que se entrelaçam, atravessam cidades e oceanos em uma velocidade que esboça cores, sabores e saudades.

Está (quase) tudo bem fala do pertencimento e também do não pertencer, da dificuldade do mercado de trabalho lidar com a maternidade. Também passeia pelo Brasil e por Berlim.

Sobre a autora: Luciana Rangel é jornalista e escritora carioca. Mora na Alemanha desde 2005. Em sua trajetória, soma experiência na imprensa internacional e nacio - nal. Suas produções sobre história, política e cultura foram premiadas pela União Europeia e TV Globo. Recebeu também o Prêmio Petro - bras pelo documentário Brasil: País da saudade. Como autora, participou da antologia bilíngue Saudade é uma palavra estragada (Bübül Verlag), de Escrever Berlim (Nós) e do Salão de Outono do Teatro Maxim-Gorki de Berlim. É doutoranda do Instituto Latino-Americano da Universidade de Bielefeld.

Edição: 1

Ano: 2020

Assunto: Literatura Nacional – Não Ficção

Idioma: Português e alemão

País de Produção: Brasil

ISBN: 978-65-990997-4-8

Peso: 0,246 kg

Nº de Páginas: 210

Capa: Vitor Rocha

Ilustrações: Gilvan Coelho

Projeto gráfico: Gabriel Lima

Editora: Folhas de relva. Compras pelo site.

Este livro é uma sucessão de surpresas. No início, parecem memórias brotando como cogumelos após a chuva. Logo, personagens irrequietos, inconformados com a geografia, pulam de um continente a outro, da cidade à floresta. No ir e vir do drama da imigração, desconhecem até a casa natal. O pai é o ponto de partida e de chegada, mas nos leva além do familiar. Toda ficção parte de algo vivido, retratado em personagens e situações inventadas. E a escrita surge como uma câmera de fotos, até porque – como diz Luciana – “as ideias do coração são difíceis de explicar”.

(Flávio Tavares, jornalista e autor, Prêmio Jabuti)

Onde estamos em casa, onde pertencemos? São as grandes questões da vida que Luciana Rangel aborda – às vezes séria, desgastada, triste, e depois novamente engraçada, irônica, zombadora. A jornalista brasileira trabalha por nove anos em Berlim. Então, ela retorna ao Rio de Janeiro e percebe que tudo mudou. Ela olha para seu país com olhos diferentes: o familiar se tornou para ela algo estranho e percebe com isso o quanto o estrangeiro se tornou familiar.

Wolfgang Kunath, jornalista, foi correspondente na América Latina para diversos veículos alemães e morou quase vinte anos no Rio de Janeiro