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Tempo de discutir as cidades

Tempo de discutir as cidades

Autor: Vicente Loureiro
Editora: Outras Letras
Publicação: 2022
Páginas: 250
Preço sugerido: R$ 40,00

Com lançamento realizado em abril, pela Editora Outras Letras, o livro Tempo de Cidade, do arquiteto e urbanista Vicente Loureiro, traz lições de urbanismo e a emoção dos tempos da infância vivida em Paracambi, no Estado do Rio. Loureiro, que hoje reside em Nova Iguaçu, sempre teve olhos voltados para a melhoria das condições de vida nas cidades. “Sempre será o tempo das cidades, pois algo nelas frequentemente ocorre a bulir com o cotidiano e a percepção dos seus habitantes. Seja ela um pequeno ajuntamento de casas cortadas por ruas a acabar logo ali, ou então um aglomerado de cidades ao redor de uma metrópole, onde não se sabe ao certo onde começa uma e termina outra, parecendo muitas das vezes um lugar sem fim. É esta convicção que empresta síntese a coletânea de crônicas escritas por mim nos últimos três anos e reunidas agora em um livro sobre este título reverencial: Tempo de Cidade”.

Ele acredita que as cidades são fontes inesgotáveis de assunto em todo mundo. “Todos nós vivemos nelas momentos de encantamento, apreensão e, até mesmo, de raiva no exercício do viver urbano”. Da mesma forma que as cidades precisam de cuidados e mimos, não vivem sem celebrações e algumas epifanias. Cultivam fatos que levam à inovações, assim como estão sempre a se contorcer em busca de ações e testemunhos de inclusão de seus filhos marginalizados. Esses foram os títulos dos capítulos que ele usou para organizar o texto. Em Cuidados e Mimos, por exemplo, ele fala sobre “A farra dos ipês”; em Epifanias e Celebrações, descreve a “Agonia de uma rua”. “Tudo a 15 minutos de casa” é encontrada no capítulo Fatos e Inovações. Em Testemunhos de inclusão, ele questiona “Onde vão morar os pobres?”.

O artista plástico Raimundo Rodriguez, que também mora em Nova Iguaçu e trabalha com descartes foi o autor da maquete do município, que enfeita a capa do livro.

O jornalista Octávio Guedes, destaca, na orelha, o lado humano da obra, que vai além de arquitetura e urbanismo, “Tempo de Cidade é a reunião de deliciosas crônicas nas quais Vicente Loureiro dialoga com todos de forma genial. Quando fala sobre o mundo, faz o leitor se sentir na sua esquina.”

Na apresentação, a arquiteta-urbanista Verena Andreatta, ex-secretária de Urbanismo do Rio de Janeiro, diz: “Somos frutos de infâncias vividas em cidades pequenas - Vicente, em Paracambi, e eu em Mata de São João, na Bahia. E hoje, curiosamente, as metrópoles reivindicam direitos que já conhecíamos de outrora, como andar a pé ou de bicicleta.”

Sensível aos problemas que vivemos desde antes da pandemia e agora com o conflito mundial, que torna ainda mais crítica a situação da economia no Brasil, Vicente Loureiro afirma: “Independente de governos repressores ou condescendentes, eles (os camelôs) vieram para ficar. Pelo menos enquanto a economia da desigualdade continuar a produzi-los com eficácia incontestável. O espaço público virou o CEP da iniquidade. A tolerância zero deve ser dirigida à exclusão, não aos excluídos.”

Lançamentos:

Dia 27, quarta-feira - Livraria Travessa de Botafogo - Rua Voluntários da Pátria, 97.

Dia 30, sábado - Shopping de Nova Iguaçu, área de eventos, 1º. Piso (Bate-papo com o autor).

Serviço:

ISBN: 978-65-89794-11-0

Preço: R$60,00

Páginas: 258

Outras Letras Editora contato@outrasletras.com.br – 996352376

Sinopse:

“Todas as cidades do mundo são fontes inesgotáveis de assuntos. Nelas vivemos momentos de encantamento, apreensão e de raiva no exercício do viver urbano”, diz Vicente Loureiro. Para o comentarista político Octavio Guedes, Tempo de Cidade parece ser um livro sobre urbanismo e arquitetura. Parece, mas é muito mais do que isso. É a reunião de deliciosas crônicas no qual o autor dialoga com todos com uma fórmula genial. Quando ele fala de nossa esquina, na verdade está falando do mundo. Quando escreve sobre o mundo, Vicente faz o leitor se sentir na sua esquina. A urbanista Verena Andreatta, diz: “Somos frutos de infâncias vividas em cidades pequenas. Hoje, curiosamente, as metrópoles reivindicam direitos que já conhecíamos de outrora, como andar a pé ou de bicicleta.”

Autor:

Vicente Loureiro é arquiteto e urbanista. Trabalhou na administração pública por quase 40 anos e foi secretário de Nova Iguaçu, Volta Redonda, Petrópolis, Barra Mansa, em pastas vinculadas ao urbanismo, desenvolvimento local ou regional. Vive em Nova Iguaçu, tem 68 anos, e desde 2013 colabora semanalmente em alguns jornais do Rio de Janeiro.





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