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Quais são os analgésicos para as suas dores?

Por Andréa Rosa (*)

Juntos somos mais fortes! Nunca antes, na história deste país, esta frase fez tanto sentido. Em tempos de absoluta falência financeira e ética, não tenho dúvidas que é procurando parceiros sérios que vamos dar a volta por cima. E foi assim, em busca de gente que faz acontecer, de boas iniciativas, histórias de superação, que fui parar em uma rodada de negócios na Associação Comercial e Industrial de Jacarepaguá (Acija). Lá conheci Robson Campos, 44 anos, diretor patrimonial e presidente do Comitê de Negócios & Empreendedorismo. Empreendedor desde os 14 anos. Ou seja, Robson praticamente nasceu fazendo acontecer.

Eu perguntei a ele: “Robson, quais são as maiores dores dos micro e pequenos empreendedores”? Ele me respondeu instantaneamente: “Baixo recurso financeiro, dívidas, poucos leads (potenciais clientes), vendas baixas, equipe pouco qualificada e sem comprometimento e empreendedores com falta de tempo por estarem afogados nas questões operacionais apenas, sem dedicar tempo algum no planejamento estratégico e nos planos de ações”.

Nossa, desanimador... Ok. Mapeadas as dores dos pequenos empresários brasileiros, quais seriam os analgésicos? Há cura? Sim, há. Ele me respondeu. ”Quando entendemos quais são os sintomas, sabemos quais remédios receitar. Programa de gestão sólida, boas estratégias de comunicação e marketing, indicação de clientes, encontros quinzenais e contatos diários por whatsApp para dar suporte nas tomadas de decisão e ajudar a resolver os problemas, participação em eventos de parceiros, apoio no recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento de pessoas, para desenvolvimento de equipes de alta-performance. Os pequenos precisam entender que não há a menor necessidade de sofrerem sozinhos. Esta era do isolamento acabou. A chave do sucesso hoje, é ter um ótimo networking. Juntos nós somos realmente mais fortes”, disse Campos.

Estas são algumas das medidas que podem ser usadas para tirar os pequenos da rota de colisão. Aí sim, eles vão começar a buscar os ganhos que realmente desejam, qualidade de vida, foco para alcançar os seus sonhos, tranquilidade, segurança e prosperidade financeira.s

Os micros e pequenos empreendedores devem se perguntar todos os dias: “Qual é a minha proposta de valor? ” Enquanto eles tiverem esta resposta na ponta da língua e este propósito estiver enraizado neles, sempre haverá uma analgésico para cada dor. É só saber procurar.

(+) Andréa Rosa é Colunista Colaboradora de Plurale. É jornalista, com especialização em marketing, psicologia positiva e coaching, consultora, empreendedora e presidente da Conectar Comunicação.







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