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Escritório de advocacia lança projeto de inclusão social para deficientes visuais

Profissionais gravam áudios de Leis de Propriedade Intelectual

Em homenagem ao Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual, celebrado no dia 13 de dezembro, o escritório Di Blasi, Parente & Associados, lança o projeto Olhar Di Blasi, Parente – Ledores Legais, que busca levar conhecimento sobre Leis de Propriedade Intelectual para deficientes visuais. O projeto conta com a participação de vários profissionais do escritório que, até janeiro de 2019, pretendem gravar o áudio de leis e regulamentos ligados ao assunto.

No Brasil, 6,5 milhões de pessoas são deficientes visuais, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Como temos esse número tão elevado de deficientes visuais, a nossa intenção é contribuir com a inclusão social dessas pessoas, sendo os olhos legais de cada um deles, já que não há tantos materiais voltados para esse público. Escolhemos, a princípio, as leis de Propriedade Intelectual, por ser a especialidade do escritório", destaca Daniela Colla, idealizadora do projeto.

O trabalho inclui a leitura das Leis de Propriedade Intelectual (Lei 9.279/96), Direitos Autorais (Lei 9.610/98), Software (Lei 9.609/98), Franquias (Lei 8.955/94), Inovação (Lei 10.973/2004), Cultivares (lei 9.456/97) e de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). As leis serão disponibilizadas semanalmente no site https://www.diblasiparente.com.br/ledoreslegais

Unidos pela solidariedade, os sócios do escritório, Paulo Parente e Gabriel Di Blasi, fazem parte do time de ledores legais, que inclui os profissionais Daniela Colla (foto), Érica Souza, Fernanda Mósca, Jhones Ferreira, José Roberto de Almeida e Renata Hohl que se voluntariaram para realizar a atividade.

"O escritório, sempre que possível, está envolvido em ações de responsabilidade social. Hoje, colaboramos com o Graac, o Instituto da Criança e o Paratodos. Com esse novo projeto, a nossa intenção é ampliar a atuação do escritório em ações sociais, que é algo que os nossos profissionais sempre estão dispostos a participar. A atividade é uma forma de compartilharmos algo que faz parte da nossa especialidade, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso às leis e tenham conhecimento dos seus direitos", explica Paulo Parente, sócio do escritório.





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