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Pelo Brasil

Agencia Eco Nordeste marca presença na mídia ambiental

De Fortaleza (CE)

Ainda falando em Jornalismo Ambiental no Brasil, na região Nordeste, merece destaque o trabalho da jornalista Maristela Crispim. Durante 26 anos, ela atuou no jornal Diário do Nordeste, onde foi repórter, redatora, editora, colunista e blogueira. Sempre com o olhar voltado às questões socioambientais, formada em jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), cursou, na mesma instituição, mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Atualmente é professora de Marketing e Estratégias de Comunicação Ambiental no MBA em Planejamento e Gestão Ambiental na Cadeia Produtiva da Universidade de Fortaleza (Unifor).

Ao longo dos últimos dez anos, como editora de Reportagem Especial e depois do caderno Regional do Diário do Nordeste, mereceu destaque, entre 2002 e 2017, com 45 finais e premiações locais, regionais, nacionais e internacionais, sendo considerada, em 2014, a jornalista mais premiada do Nordeste, pelo Ranking J&Cia. Essa trajetória resultou no convite, do Governo Francês, para conhecer suas ações de Sustentabilidade, no ano de realização da Cúpula do Clima (COP-21) naquele país, em 2015.

Integrante de três redes de jornalismo ambiental, Earth Journalism Network (EJNet), Red de Comunicación Ambiental de América Latina y El Caribe (RedCalc) e Rede Brasileira de Jornalistas Ambientais (RBJA), em setembro de 2018, foi demitida do Diário do Nordeste ao lado de dezenas de colegas, durante processo de unificação das redações do Sistema Verdes Mares.

Em novembro de 2018, Maristela Crispim colocou no ar o site da Eco Nordeste, uma agência de conteúdo com a proposta de oferecer conteúdo diversificado sobre Sustentabilidade, a partir das muitas realidades da Região Nordeste do Brasil, com destaque para temáticas como Agroecologia, Bioma Caatinga, Consumo Consciente, Desertificação, Ecossistemas Costeiros, Eficiência Energética, Energias Renováveis, Gestão de Recursos Hídricos, Gestão de Resíduos Sólidos, Mudanças Climáticas, Semiárido e Tecnologias Sociais, entre outras temáticas.

Com o ideal de montar um negócio de impacto social, Maristela Crispim tem buscado parcerias com outras mídias na área, como Plurale, a agência Envolverde e a Amazônia Real, e com instituições que atuam na área socioambiental, a exemplo da Agência de Desenvolvimento Local (Adel) e a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). Mas ainda lida com a dificuldade de toda a mídia independente no País: a sustentabilidade financeira.







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