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ESTUDO DE CASO - BALL - 30 anos da lata de alumínio no Brasil: entenda por que o modelo de reciclagem é tão bem-sucedido no país

Da Ball

Popular na mesa do brasileiro, a lata de alumínio completa 30 anos no Brasil em 2019. A inovação começou a ser produzida em 26 de outubro de 1898, em Minas Gerais e o modelo implementado pela indústria da época fomentou a reciclagem desta embalagem, que hoje é a mais reciclada do Brasil, com uma incrível taxa de reciclagem de 97,3%. Para se ter uma noção, outros materiais, como PET e o vidro, possuem taxa de 59,0% e 47,0%, respectivamente. O Brasil é o terceiro maior produtor de latinhas do mundo – atrás apenas da China e dos Estados Unidos – e é um dos maiores recicladores deste produto, dando um exemplo de que é possível investir em economia circular.

A história da reciclagem das latinhas começa com um marco da indústria, em 1991, quando a primeira produtora de latas de alumínio decidiu criar uma divisão exclusiva, para cuidar da recuperação, separação, derretimento e transformação das latas usadas em alumínio novo. Na época, foi criado o primeiro programa permanente de reciclagem do material – em parceria com escolas, hospitais e outras instituições da região – onde a população podia trocar latas usadas por bens de consumo. Foi um projeto pioneiro de coleta de embalagens pós-consumo, considerado o mais bem-sucedido caso de criação de “moeda social” em nosso País.

Desde então, a cadeia de reciclagem de latas de alumínio foi evoluindo e, hoje, o Brasil apresenta um avançado modelo, onde o valor da matéria-prima não se perde na cadeia, pelo contrário, o valor agregado do alumínio é mantido o mesmo desde a indústria até o catador de material reciclável, por ser um metal altamente valorizado. Para se ter uma noção, no país, o preço pago por uma tonelada de alumínio (prensada e limpa) é, em média, de R$ 4.750. Pelo alto valor de sua sucata, a coleta deste material, portanto, termina por subsidiar a coleta de outros materiais.

O mercado de reciclagem de latas de alumínio apresentou um crescimento tão grande que, de 2003 até a atualidade, a média de reciclagem do Brasil evoluiu mais de oito pontos percentuais, passando de 89% (naquele ano) para cerca de 97.3%. Isso se deve a muitos fatores, como o alto valor da sucata de alumínio, a facilidade de transporte das latas, otimização da logística do processo de coleta e reciclagem, crescimento dos programas municipais de coleta seletiva no Brasil e maior conscientização da sociedade sobre a importância da reciclagem à luz, principalmente, dos problemas atuais causados pela poluição plástica.

Considerada a embalagem mais amiga do meio ambiente, a lata de alumínio é 100% e infinitamente reciclada, e possui o maior índice de reciclagem do mundo – 69% – contra apenas 43% do PET e 46% do vidro, conforme estudo conduzido pela Resource Recycling Systems. Conforme citado acima, no Brasil esse índice chega a 97%, colocando o país entre os líderes mundiais em reciclagem deste tipo de produto. Esses dados só comprovam o quanto a lata é infinitamente reciclável, com um ciclo de logística reversa eficiente, que alimenta uma importante cadeia e gera empregos e renda em todas as fases do seu processo – da produção até voltar ao mercado, em um ciclo que dura aproximadamente 60 dias.

Leve, compacta, resistente e fácil de transportar para qualquer situação de consumo, a lata ainda esfria a bebida mais rápido do que qualquer outra embalagem, o que economiza uma quantidade significativa de energia.

E os benefícios não param por aí: um estudo demonstrou que o processo de reciclagem do alumínio reduz em 95% as emissões de gases de efeito estufa, quando comparado com a produção de alumínio primário. Além disso, consome apenas 5% da energia elétrica – também quando comparado ao processo de produção do alumínio primário.

Se no que tange à sustentabilidade a latinha se destaca, falando de sabor ela também sai na frente. Isso porque ela protege o líquido contra os efeitos do oxigênio e manté a integridade, o valor nutricional e o sabor do seu conteúdo, pois o protege da incidência de luz.

Segurança é outro benefício importante: A lata não quebra, não fragmenta ao cair e não estoura quando congela. E como se não bastasse tudo isso, ainda é inviolável, ou seja: não permite fraude nem do rótulo e nem no conteúdo, pois conta com um sistema de fechamento que protege o líquido, garantindo que a bebida dentro dela seja 100% original. Permitem também a exposição de marca de 360º, garantindo destaque nas prateleiras e são fáceis de transportar e estocar: como economizam espaço, o transporte de cargas é mais produtivo com a lata. Em um mesmo caminhão, por exemplo, carrega-se 20% a mais de cerveja envasada em lata do que em relação a garrafas de vidro. E tem mais: é a única embalagem que protege o líquido completamente da ação de raios UV. Portanto, nenhum outro envase possuiu tantos atributos como as latas de alumínio e contrapartidas tão benéficas ao meio ambiente, à sociedade e à economia.

Sobre a Ball Corporation

A Ball Corporation fornece soluções inovadoras e sustentáveis ??de embalagens para clientes de bebidas e produtos domésticos, bem como aeroespacial e outras tecnologias e serviços, principalmente para o governo dos EUA. A companhia e suas subsidiárias empregam 17.500 pessoas em todo o mundo e registraram vendas líquidas de US $ 11,6 bilhões em 2018.

Na América do Sul a empresa conta com 11 fábricas no Brasil, uma no Chile, uma no Paraguai e outra na Argentina. Para mais informações, acesse www.ball.com e siga o Vá de Lata – movimento que conscientiza a população sobre as vantagens das latinhas – no Instagram e Facebook.

Sobre o Movimento Va de Lata

Vá de Lata é um movimento criado pela Ball Corporation, líder global na fabricação de latas de alumínio para bebidas, que busca conscientizar a população sobre as vantagens das latinhas em relação a outras embalagens. Por acreditar em um consumo com menos lixo e mais consciência, o Vá de Lata dissemina informação e promove conscientização em seus canais de comunicação e em diversas ações pelo Brasil.







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