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Revista RI atinge a marca de 250 edições, trazendo como destaques da pauta: Unicórnios, ODS e questões ESG

O número desse mês da Revista RI (Abril.2020) - atingindo a "cabalística" marca de 250 edições mensais "ininterruptas" - traz como destaques da pauta: Unicórnios (aportes em Statups e novos IPOs), ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) e um amplo debate sobre as questões ESG (Environmental, Social & Governance) nas empresas e no mercado.

UNICÓRNIOS: mais aportes em startups e novos IPOs - as plataformas tecnológicas e disruptivas vem ganhando destaque. O ecossistema empreendedor brasileiro, que amadureceu nos últimos anos, é beneficiado pelo fluxo de capital. Por sua vez, a pandemia está acelerando o processo de digitalização e a busca por eficiência dos negócios. Qual é o cenário e os desafios? Unicórnio é o nome de uma startup que possui valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. Existem 518 unicórnios no mundo, apesar da alta concentração nos Estados Unidos com 48% do total e na China, com 23,5%. No Brasil, a quantidade ainda pode ser considerada pequena em relação ao potencial do nosso mercado, mas nem tanto pelo complexo ambiente de negócios. De todo modo, é um fenômeno recente por aqui. No início de 2018 surgiu o primeiro - a "99" - mas do ano passado para cá, o número de unicórnios saltou de oito para 12.

ODS - Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: o que é "material" para a decisão de investimentos responsáveis? O que é materialidade? Os conceitos divergem em função da visão que damos para o problema. Para a contabilidade, importa o registro de dados históricos; para o auditor, importa que o fato ou registro não pode dar margem a dúvidas quanto a potenciais distorções; para o analista de investimentos, é material toda aquela informação que contribua para a adequada recomendação com o menor risco possível de desvio do preço alvo; para o analista ESG, importam as variáveis intangíveis relacionadas aos fatores ambientais, sociais e de governança orientadas para os stakeholders. O gestor foca na alocação de recursos com base na relação risco-materialidade (visão século XXI), em que reputação é tão importante quanto retorno.

Questões ESG - Investidores odeiam surpresas, especialmente aquelas que dominam os ciclos de notícias com atenção negativa. À medida que os riscos aumentam, eles exigem mais informações sobre quais são as exposições das empresas a questões ESG e o que elas estão fazendo a respeito. Mas esses riscos variam muito, incluindo mudanças climáticas, diversidade, cultura do local de trabalho, direitos humanos, esforços antissuborno e anticorrupção, privacidade de dados e questões como violência e racismo. A governança da sustentabilidade é o eixo central para o compromisso genuíno e a efetiva implementação das ações socioambientais. Essa relevância, já reconhecida por investidores responsáveis, vem ganhando espaço e viabilizando transformações reais em organizações que antes reduziam a pauta de sustentabilidade a agenda de uma equipe específica. A temática ESG tem se tornado recorrente nas pautas das reuniões dos conselhos de administração (CA), e tem ganhado destaque com a criação de comitês específicos para endereçá-la.

O debate destes, e outros temas, estão na edição deste mês da Revista RI - Abril.2021 (no. 250), e podem ser conferidos no site da revista: www.revistaRI.com.br/250







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