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FEBRABAN e BC debatem agenda regulatória pós-crise no 11º Congresso Internacional de Gestão de Riscos

Por Luiz Fernando Bello, Colunista de Plurale
Foi aberto hoje às 9 horas com os comentários de Otávio Ribeiro Damaso, diretor de Regulação do Banco Central do Brasil e de Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos, sobre o cenário atual, riscos e tendências da agenda BC, o 11º Congresso Internacional de Gestão de Riscos. Neste ano no Congresso promovido pela FEBRABAN, estão sendo debatidos temas como as tendências da agenda regulatória pós-crise, os riscos socioambientais e climáticos, a normatização da IFRS 9, agenda de liquidez, Reformas de Basileia III, bem como a resiliência operacional dos bancos.
A programação de hoje do Congresso Internacional de Gestão de Riscos foi encerrada há pouco com painel sobre a normatização no Brasil e principais desafios para a implementação completa da IFRS 9 no cômputo e apresentação de demonstrações contábeis dos bancos em geral. A IFRS 9 (CPC 4) é a norma internacional que substitui as diretrizes do IAS 39 e é aplicada a reportes a partir de janeiro de 2018. A norma introduz novas exigências para medir a deterioração de ativos financeiros, além de um novo modelo de classificação e mensuração e uma abordagem modificada para hedge accounting.
A IFRS 9 (CPC 48) não é aplicável apenas aos bancos. Muitas empresas estão fechando neste momento suas primeiras demonstrações financeiras anuais após a adoção da IFRS 9 (CPC 48). Neste contexto, dois aspectos podem ser bastante desafiadores como explicam os técnicos da KPMG, pois determinar a base de mensuração apropriada para ativos requer mais julgamento. Além disso, certos ativos financeiros que antes eram mensurados ao custo amortizado passam a ser mensurados ao valor justo, sendo que nem sempre existem preços observáveis disponíveis para sua mensuração. E a mensuração da redução no valor recuperável (impairment) dos ativos financeiros muda de um modelo de perda de crédito incorrida para um modelo de perda de crédito esperada. Isso significa que provisões para perdas de crédito com recebíveis e ativos contratuais podem requerer projeções de dados econômicos futuros mais robustas. Definitivamente muito complexo. O tema foi debatido por Uverlan Rodrigues Primo, consultor do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central do Brasil, Lakshmi Priyadarshini, consultora sênior na FICO com a moderação de Marlos Araújo, diretor da Comissão Executiva de Gestão de Riscos da Febraban e diretor Departamental de Riscos do Bradesco.
Nesta quinta-feira, 14 de outubro, será o segundo e último dia do evento.






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