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COP 26 - Com Greta Thunberg, ativistas protestam em Glasgow contra mudanças do clima na véspera da COP26

Muitos caminharam até milhares de quilômetros até Glasgow, dando início às manifestações que antecedem a conferência do clima da ONU, que vai até 12 de novembro na cidade escocesa

Do Brasil 247 - Manifestantes protestaram neste sábado (30), em Glasgow para que líderes mundiais lutem contra o aquecimento global, na véspera da COP-26, a conferência do clima da ONU, que vai até 12 de novembro na cidade escocesa.

No fim da tarde, a ativista sueca Greta Thunberg, de 18 anos, participou do ato. Diante das câmeras, a emblemática líder do movimento Fridays for Future preferiu não fazer declarações, mas escreveu no Twitter: "Finalmente cheguei a Glasgow para a #COP26! Muito obrigada por esta recepção calorosa."

Leia também reportagem da Rede Brasil Atual sobre o assunto:

Começa neste domingo (31) a 26ª Conferência do Clima, a COP26, evento global que será sediado em Glasgow, na Escócia. Em pauta, uma possível revisão do Acordo de Paris, assinado em 2015. A partir de estudos recentes encomendados pelas Nações Unidas, a comunidade internacional visa endurecer as metas para redução de emissão de gases de efeito estufa. Segundo cientistas, o aquecimento global já chegou em um ponto praticamente sem retorno, e medidas radicais são necessárias para mitigar os estragos.

Estragos como “o período de fogo e enchentes” que já se abate sobre o planeta, nas palavras da vice-chefe da ONU, Amina Mohammed. Neste contexto, o Brasil chega ao evento como um dos principais vilões do clima, com o governo do presidente Jair Bolsonaro criticado internacionalmente por sua gestão ambiental desastrosa. O país vem batendo consecutivos recordes de desmatamento e queimadas e, como resultado, mesmo durante a pandemia de covid-19, aumentou a emissão de gases de efeito estufa.

Vilão do clima

O Brasil foi um dos únicos cinco países do mundo a piorar suas marcas em emissões desde março de 2020. Pesam o desmatamento ilegal e a grilagem, incentivados pelo presidente, além do desmonte de estruturas de combate a incêndio e desmatamento. Enquanto o mundo diminuiu 6,7% suas emissões, o Brasil elevou em 9,5% em 2020, e atingiu a pior marca desde 2006. Com estes dados, o país chega com a imagem manchada ao evento, já que, em Paris, o país havia se comprometido a reduzir as emissões em 43% até 2030. Embora caminhasse no rumo certo, tudo mudou com a eleição de Bolsonaro.







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