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Pelo Brasil

Instituto Neoenergia e WWF-Brasil lançam documentário sobre Projeto Coralizar

Filme mostra como é feita a restauração de corais em Porto de Galinhas, costa de Pernambuco, onde algumas espécies ameaçadas estão conseguindo sobreviver

Do Rio de Janeiro

O Instituto Neoenergia e o WWF-Brasil lançam o minidocumentário sobre o Projeto Coralizar, que contribui para a preservação de corais na região Nordeste do Brasil. São imagens que apresentam ao público como é feita a restauração de corais na região da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (APACC), em Porto de Galinhas, município do estado de Pernambuco, onde está localizada a sede do programa. O documentário está disponível no canal do Youtube do WWF-Brasil.

"O Brasil é um país com uma das reservas biológicas mais ricas do planeta, e a preservação da vida marinha é fundamental para que possamos ter soluções para melhorar as condições ambientais dos recifes de corais no balneário pernambucano", afirma Renata Chagas, diretora do Instituto Neoenergia. A atuação do programa já alcançou resultados importantes. "Desde o início do projeto, em 2019, temos motivos para comemorar. Há corais que dobraram de tamanho no prazo de três a cinco meses, dependendo da espécie e do manejo realizado pelas equipes de pesquisadores", completa a executiva.

O minidocumentário mostra em detalhes como é o trabalho de restauração, desde a coleta dos fragmentos de corais no solo marítimo até a instalação dos berçários, onde as espécies se reproduzem. Além disso, são apresentadas as técnicas sustentáveis de manutenção de corais em larga escala para garantir a sobrevivência dos corais frente às mudanças climáticas. O aumento da temperatura dos mares tem causado o processo de branqueamento de corais, que resulta no desaparecimento desses animais aquáticos e no desequilíbrio em todo ecossistema marítimo.

"Os recifes de corais estão ameaçados devido à combinação de mudanças climáticas e outros fatores relacionados à ação humana. Com o aumento da temperatura em torno de 1,5°C, estima-se que o branqueamento de corais tenha atingido de 70% a 90% das espécies em todo mundo e aumentado o risco de extinção de algumas delas. Por isso, o Projeto Coralizar é fundamental para evitar que esses animais continuem ameaçados. O trabalho desenvolvido se baseia em estudos científicos seguros para aumentar a sobrevivência dos corais", explica Vinicius Nora, analista de conservação do WWF-Brasil.

Pesquisadores estimam que algumas espécies no litoral de Pernambuco têm índice de morte ou de doença elevados, em torno de 70%. Essas populações foram atingidas pela alteração de temperatura no ano passado, e já vinham debilitadas por outras ocorrências, como derramamentos de petróleo verificados entre 2019 e 2020.

Sobre o Instituto Neoenergia

O Instituto Neoenergia tem o propósito de fomentar o desenvolvimento de iniciativas sociais nas áreas em que a Neoenergia, sua mantenedora, atua por meio dos seus negócios em geração, transmissão, comercialização e distribuição de energia. Para o ciclo de 2022 a 2025, o Instituto tem o desafio de viabilizar projetos no âmbito geográfico de atuação da Neoenergia, dentro dos cinco pilares - Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Mudanças Climáticas, Arte e Cultura, Ação Social e Colaboração Institucional-, e que contribuam diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), assim como às melhores práticas ESG.

SOBRE A NEOENERGIA: Companhia de capital aberto com ações (NEOE3) negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a mais de 15 milhões de clientes, o equivalente a uma população superior a 37 milhões de pessoas.

A Neoenergia possui 4 GW de capacidade instalada em geração, sendo 88% de energia renovável, e está implementando mais 0,7 GW com a construção de novos parques eólicos e solar. Em transmissão, são 2,3 mil km de linhas em operação e 4,3 mil km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta o desenvolvimento sustentável a partir de ações socioambientais e, assim, contribui para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável. A companhia é a primeira empresa no País a patrocinar exclusivamente a Seleção Brasileira de Futebol Feminino, dando nome à competição nacional, que passa a se chamar Brasileirão Feminino Neoenergia. Desde janeiro de 2021, integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 -- Brasil, Bolsa, Balcão -- que reúne companhias que possuem as melhores práticas de governança e sustentabilidade corporativa.







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