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Janja fala sobre chanceler alemão: Não pisou neste território

Janja, enviada especial da COP30 comenta também sobre a decisão de escolherem Belém como a sede da COP30

TEXTO POR SONIA ARARIPE E FELIPE ARARIPE

FOTO DE FELIPE ARARIPE/PLURALE

ESPECIAL DE BELÉM, PARÁ

Foto de Felipe Araripe/Plurale

A primeira dama Janja Lula da Silva comentou, hoje à tarde desta terça-feira, sobre a declaração do primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, que comemorou a despedida de Belém do Pará com um comentário sobre o lugar e sua gente: “Infelizmente, teve gente que voltou para seu país e achou ruim. É porque ele não pisou nesse território. Ele pisou numa sala com ar-condicionado e não viveu tudo que a Amazônia tem a oferecer, o que a cidade de Belém e esse povo têm a oferecer.”


Janja falou também sobre o descompasso que está acontecendo entre a Austrália e a Turquia, sobre a decisão de que país sediará a COP no ano que vem. Ela disse que espera que os dois países resolvam. Pelo regulamento, se nenhum dos dois países chegar em algum acordo, o comando brasileiro da conferência vai se estender por mais um ano.


Janja criticou o negociador enviado da União Europeia para o plano de ação de gênero, falando que ele é um "piá" que está cuidando do assunto, citando que, infelizmente, não é uma mulher. Ela disse que ele era muito simpático e, ao ouvir tudo que ela falou, ele afirmou que entendeu o recado. Ela revelou que esteve em reunião com o embaixador André Corrêa do Lago, atual presidente da COP, em que fez o pedido para que o plano de ação de gênero seja todo olhado pela perspectiva da ótica das mulheres em todas as ações.


A primeira-dama afirmou que a decisão da COP ter sido feita em Belém foi um desejo do presidente Lula e dela, para que a mulher amazônida seja ouvida. Janja participou de uma roda de diálogo sobre agroecologia e mulheres. Ela contou sobre a sua atuação como enviada especial da COP 30 para a questão de gênero, especialmente o empoderamento de mulheres. A primeira dama relatou conversas e visitas a todos os biomas brasileiros, com a escuta de mulheres que ajudam a manter a floresta em pé, a cuidar da biodiversidade e a defender seus territórios.


“Estive na Amazônia, na caatinga, no Pantanal, na Mata Atlântica, no Cerrado e na pampa, que descobri ser feminina”, fala Janja. Ela esteve ao lado de outras duas emissárias especiais da COP30, Jurema Batista e Denise Dora, com relatos registrados, vozes do bioma, que estão gravados no seu canal do YouTube.







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