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Jovens lideram debate sobre educação de qualidade e trabalho digno

Pela segunda vez na capital paulista, a iniciativa Diálogos Transformadores, do Instituto Claro, fomenta a transformação social por meio do protagonismo jovem

Julho começa de forma muito especial para 50 participantes de projetos parceiros do Instituto Claro. Na última quarta-feira, 01, esses jovens foram protagonistas dos “Diálogos Transformadores”, iniciativa que, há 10 anos, visa fomentar o empoderamento e a participação ativa da juventude em discussões estruturais da realidade brasileira, que aconteceu, pelo segundo ano consecutivo, também na cidade de São Paulo.

Créditos: Brooke Haus.

Parte das celebrações dos 25 anos do Instituto Claro, o evento foi conduzido por Elize Fleury, cantora, compositora e criadora de conteúdo, que compartilhou histórias inspiradoras que marcaram a trajetória da organização, além de apresentação artística do cantor e compositor paulistano Rael.

Para o debate, no palco do Teatro Claro, os jovens Kauê de Oliveira Chierotto, da Associação passos Mágicos, Beatriz Santana do Nascimento Lira, da Casa José Coltro e Marianna Duarte De Souza, filha de uma colaboradora da Claro, tiveram a companhia de Livia Felíx, Gerente de Relacionamento com o Setor Privado e Oficial de Empregabilidade na iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO) do UNICEF e de Daniely Gomiero, Diretora de DHO – Desenvolvimento Humano Organizacional, Cultura e Sustentabilidade na Claro e Vice-Presidente de Projetos do Instituto Claro, para refletir sobre o papel que desempenham na transformação social. A conversa se baseou em 2 dos 18 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas e o Conselho Econômico das Nações Unidas, que conversam diretamente com suas vivências: ODS 4 - Educação de Qualidade e ODS 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico.

Neste ano, 7 instituições parceiras, além de alguns filhos de colaboradores da Claro, puderam participar dessa jornada. Dentre as instituições presentes, participaram: Associação Comunitária Monte Azul, Associação Passos Mágicos, Casa José Coltro, Centro de Acolhida e Cultura LGBTQIAPN+ (Casa 1), Fundação Gol de Letra, Associação Periferia Invisível e Instituto Unidos de Paraisópolis.

Registro da etapa de Capacitação, realizada na sede da Claro, em São Paulo. Créditos: Brooke Haus

Em linha com o compromisso de proporcionar ferramentas para que os jovens apoiados por suas iniciativas possam exercer a cidadania de forma plena, o Instituto Claro programou dois dias de capacitação para os participantes, com uma verdadeira imersão nos temas que seriam debatidos durante o evento. Conduzida por uma equipe especializada, a preparação contemplou atividades práticas gamificadas em RPG com foco em estimular a autonomia de decisão e a reflexão crítica sobre o seu papel na sociedade, destacando a importância do acesso à educação de qualidade como base para o desenvolvimento pessoal e profissional e do trabalho decente como instrumento de transformação social.

Ao final da capacitação, os jovens Emilly Maria da Silva da Associação Monte Azul, Arthur Farias Carvalho e Ana Clara Queiroz Silva da Associação Passos Mágicos e Joyce de Jesus Bomfim, representando a Casa José Coltro, foram selecionados para apresentar um Slam – texto em formato de poesia sobre suas vivências e aprendizados durante essa imersão, proclamado no palco do Teatro Claro São Paulo, no último dia dessa jornada. Além deles, os jovens Francielly Alves da Silva de Medeiros, da Fundação Gol de Letra, Ryan Tavares Cabral, da Associação passos Mágicos e Josué Soares, representando a Casa José Coltro, foram convidados ao palco para registrarem o compromisso com a sequência dos aprendizados adquiridos nesta jornada.

“Celebrar os 25 anos do Instituto Claro com a consolidação da edição paulista dos Diálogos Transformadores reforça o nosso compromisso de longo prazo com a cidadania e a educação no Brasil. É uma grande alegria poder dizer que, após um quarto de século de trabalho consistente e intencional, nosso objetivo permanece focado em oferecer espaços de escuta e proporcionar ferramentas que possam contribuir para que os jovens reconheçam o impacto de suas próprias experiências e sejam protagonistas na construção de um cenário social mais justo”, comenta Daniely Gomiero.

O evento conduzido por Elize Fleury, foi marcado pela troca de experiências e visões de futuro entre especialistas e estudantes. O momento contemplou a apresentação de propostas de inclusão produtiva pelo reforço da necessidade de garantir o acesso ao aprendizado e ao trabalho digno como vetores essenciais para mitigar vulnerabilidades sociais. No encerramento, o Diálogos Transformadores contou com apresentação do cantor Rael.







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