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Foto de Divulgação/Neoenergia
O Instituto Neoenergia lançou, nesta terça-feira (1º), o Diáspora Tech, iniciativa realizada em parceria com a Obará Edutech para promover a formação de professores e agentes de educação em Inteligência Artificial (IA), pensamento crítico e equidade digital. Em sua primeira edição, realizada em Mucugê, na Chapada Diamantina – Bahia, o projeto oferece uma jornada formativa voltada à compreensão crítica das transformações provocadas pela IA e à construção de possibilidades de atuação no cotidiano educacional. A proposta combina aprofundamento conceitual, práticas guiadas e reflexão sobre situações reais das escolas, abordando temas como dados, vieses, ética, integridade da informação e uso responsável da tecnologia.
A iniciativa também dialoga com os desafios de implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Computação, um complemento à Base Nacional já utilizada e que inclui competências relacionadas ao Pensamento Computacional, ao Mundo Digital e à Cultura Digital na Educação Básica. A partir da escuta dos profissionais da educação, o Diáspora Tech busca aproximar a formação das demandas de cada território e fortalecer a capacidade dos educadores de mediar o uso da tecnologia de forma crítica e responsável.
"O lançamento do Diáspora Tech representa mais um passo na consolidação do pilar de Novas Tecnologias do Instituto Neoenergia. Acreditamos que a transformação digital só promove desenvolvimento quando amplia oportunidades para todos. Ao investir na formação de educadores, contribuímos para que esse processo aconteça de forma mais crítica, inclusiva e comprometida com a redução das desigualdades e com o fortalecimento das comunidades”, declara Renata Chagas, diretora-presidente do Instituto Neoenergia.
Multiplicadores de cultura digital
Voltado a professores da rede pública, coordenações pedagógicas, gestores escolares, equipes técnicas, profissionais de secretarias de educação e outros agentes envolvidos na implementação de práticas educacionais, o Diáspora Tech busca fortalecer a capacidade desses profissionais de interpretar criticamente as transformações em curso, desenvolver critérios para o uso da Inteligência Artificial e atuar como multiplicadores de uma cultura digital crítica em suas comunidades escolares.
“A Inteligência Artificial não é apenas uma nova tecnologia, mas uma transformação que atravessa a forma como produzimos conhecimento, aprendemos e participamos da sociedade. Por isso, nossa proposta vai além da apresentação de ferramentas. O Diáspora Tech convida os educadores a compreender como esses sistemas são construídos, quais interesses e vieses podem influenciar seu funcionamento e como desenvolver critérios para utilizá-los de maneira ética, responsável e alinhada às realidades das comunidades escolares”, afirma Geórgia Bento, fundadora da Obará Edutech.










